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Salve Salve  Cinco Bics!!!!!!

Bom, em primeiro lugar quero agredeçer a minha "irmã de alma" Marina pelo belo texto e homenagem pela minha passagem de anivérsario.. Em segundo quero falar desse mês de Maio, que foi bastante especial..

Não só por eu ter completado dezoito anos, mas pelo fato de que Maio foi um mês de reconstrução, de vitória,de alegria como eu não tinha em muito tempo.

Aos desavisados, os dois últimos textos que eu postei(Águas daquela chuva de Maio e Raios daquele Sol de Maio), o personagem central era eu. Estava passando por uma fase complicada da minha vida, que tinha começado em Abril, e nessa fase, pensei em várias coisas, a maioria,besteiras, me revoltei contra o mundo e contra aquele que sempre me deu apoio:Deus.
Me faltou fé, coragem  e força pra seguir em frente diante das dificuldades.E Deus , em sua infinita bondade, me manda uma chuva , um sol, palavras dos meus melhores amigos e minha maioridade para me refletir, isso tudo em 31 dias de Maio: Deus , só agredeço por isso tudo..
Enfim, Maio chega ao fim na data, porém, vai demorar para acabar esse mês no meu coração e na minha vida, talvez nunca acabe, vou lembrar desse Maio de 2011 por toda a minha vida...

Salve Maio, o melhor mês do ano!!!!!!!!!!


Sabe quando você sente estar sem base para continuar a andar? Eu serei o teu chão para que não haja empecilhos para você alcançar o sucesso. Sabe quando você esta machucado e não sente vontade de continuar a batalha? Eu te carregarei em meus braços e te defenderei de qualquer ser que queira te fazer o mal. Sabe quando não encontra forças para a vida? Eu estarei te dando o empurrão e te motivando a não desistir. Lembra quando eu disse que seria teus olhos? Eu vou ser independente de tudo que venha acontecer, eu serei. Não te chamo de irmão por um acaso. Prefiro não definir o grau da nossa amizade, pois ela estará sempre em constante crescimento. Nunca poderei ser a grande pessoa que você é, mas em você vejo que há possibilidades de estar sempre melhorando. Eu sempre lhe disse que seria o teu anjo, mas na verdade quem está sempre sendo o meu, é você. Me animando nas poucas palavras, me entendendo com poucas atitudes e nos resultados, mostrando sempre ser mais do que esperava ser. Nunca esperei encontrar tanta motivação em uma pessoa só, mas você sempre me provando o contrário e dizendo que a vida é muito mais que belas palavras escritas. Talvez eu nunca consiga lhe dizer o tamanho conforto que sinto quando converso com você, mas se você sentir metade do que digo, já estarei á sorrir. Eu sei que não vou realizar as minhas metas com tanto sucesso, mas se hoje já te faço sorrir, amanhã eu farei melhor. Lembra? Eu sou o teu anjo, teus olhos!
Muita felicidade, muita luz em tua vida. E feliz maioridade meu maninho. 
Eu te amo  


Sentado, ainda esperando as raízes do sol brotar inexplicavelmente sobre o meu trópico, penso por quais razões todas essas criações bandidas me fizeram. Não aguento mais esses gritos, esses alardes que se propagam ao som do toque; esses gritos que zombam dos mortais desconhecedores da loucura; desses mistérios que se escondem num bolso; desses mistérios que se escondem por trás de um belo semblante. Me disponho a deitar, e começo a colorir minhas intrigas; e começo a almejar um futuro; e começo a fazer parte desta novela; e começo a vê-la, intrépida e fogosa; e começo a negá-la… Nego! Nego porque você faz parte de minha cria, das minhas utopias, das minhas excitações… Começo a negá-la e me aproximo da convicção de que não tê-la, e não querer desejá-la, se confundem no maior acaso transversal da certeza. Começo a perceber que tê-la é transpor a atitude do irrealismo, é ser fugaz, é cadenciar quando estiver contigo, mas ser feroz enquanto você permanecer distante. É ser bicho. É ser. Não, não é ser bicho com nenhum vício ou apresentar-lhe rotina: é ser sagaz na escolha da presa. Lógico, não sou qualquer bicho. É, é verdade! É ser bicho para fazer tocaia e te pegar no primeiro descuido; ter a audácia de rasgá-la, sem sangrá-la: rasgar seu interior e plantar um ser de mim! Semear… Semear.

Não sei por quais razões insisto em ouví-la, não sei. Enquanto, inexplicavelmente, teus corpos transitam entre milhares e milhares de versos; cantarolando palavras de amor: musicais. Cantarolando, palavras de amor: termomentais.

Jorge Raimundo


*Essa é a segunda parte do texto "Águas daquela chuva de Maio" , que eu postei na quinta-feira.A principio iria postar apenas na segunda, mas a ansiedade de dividir o texto com vocês(um poquinho de mentira, a Marina de Paula eu antecipei porque o texto parecia com ela , parte da teoria que seguimos, a das almas separadas, hahahahaa).Então tá ai, apreciem





A chuva caiu sobre o seu corpo, e escorria em direção ao chão .Junto com a água corria para o chão também todos os seus medos, os seus receios e tudo aquilo que pesava contra sua mente e seu corpo,,
As águas sararam sua alma, renovaram seu corpo, e ele, parado em frente ao portão da sua casa, pensa em como Deus o ajudou, mesmo apesar das suas duvidas, dos seus pecados,e da sua falta de fé em alguns momentos, Deus mostrou a ele que nem tudo estava perdido, e que ele tinha um plano , uma história para aquele ser ferido por sentimentos recentes, a chuva tinha lavado aquilo tudo, tudo estava por terra.

E assim logo a chuva parou, e começou a surgir o sol, bem de mansinho, e seus raios penetram bem devagar , começando a secar aquelas roupas, aquele rosto encharcado de água e de lagrimas , e ele percebeu que o sol que nascia , era pra ele, uma prova que mesmo depois da tempestade, os raios de sol sempre surgirão para iluminar o cenário sombrio, e essa luz seguirá como um facho para o verdadeiro caminho...

Percebeu o que tinha de ser feito, era um novo homem, tinha um novo propósito para sua vida. O sol que existia dentro dele, adormecido durante muito tempo, finalmente surgiu iluminando tudo e todos ..

Entra em casa, é hora de conhecer o novo mundo.....


Ele vinha caminhando para casa, de cabeça baixa, sem olhar o céu, pensando na vida e em tudo o que aconteçeu desde então..
Por um momento se sentiu um completo inútil,desacretidado, humilhado, o pior do seres, pois até aquele momento, toda a sua vida tinha se resumido a uma palavra: ao nada..
Pensou que era o fim, que aquele peso não iria sair jamais das suas costas, que a flor da esperança, do amor e da felicidade nunca iria desabrochar a sua frente, que encontraria sempre espinhos do sofrimento pelo caminho, e que seus pés, mesmo com as sandálias, seriam perfurados , fazendo jorrar sangue, pois só assim o que ele pensava  poderia sair da sua cabeça , do seu corpo..

Enquanto pensava aquilo, ele continuava de cabeça baixa e não olhava o céu. De repente, um forte relâmpago e um forte trovão o despertaram dos seus pensamentos escabrosos. Ele olha pro céu e ver que começa a chover torrencialmente... e ai é que aconteçe..
Ele percebe que tudo aquilo não passava de bobagem,que ele tinha um propósito, e que a vida não era fácil como ele pensava desde então...
A chuva o tinha ajudado, Deus, seu grande amigo e companheiro  de todas as horas tinha mandado o sinal,as águas da chuva se misturam com as águas que corriam compulsivamente do seus olhos... Está parado em frente a sua casa, todo molhado, porém renovado com as águas daquela chuva de maio....


Eu tenho pensado tanto esses tempos e escrito tão pouco, talvez porque não consiga escrever sobre o que, ou quem eu esteja pensando.  Embora ele tenha chegado, a sombra ainda está escondida em algum lugar, e eu não consigo encontrar, se eu ao menos soubesse onde, ficaria mais fácil de clarear essa parte escura que ainda está em alguma parte de mim. Talvez o mistério daquele olhar não permita que essa sombra de dúvidas e incertezas vá embora, o mesmo mistério que me encanta e que me faz ver outra pessoa dentro daqueles olhos, o mesmo mistério, o mesmo sorriso, o mesmo cheiro, talvez seja loucura da minha parte, é que ainda não entendo o que ele representa, estou confusa, eu sinto que deveria ter ido, e não fui. Que deveria ter dito, e não disse, me sinto patética, como uma personagem de livros na banca da esquina, sempre exposta. E simplestemente finjo que não é comigo. A gente fica buscando a felicidade, são tantas tentativas frustradas, e no fim a felicidade é uma coisa tão pequena, simples, é de pele, de sentir na pele uma leveza, um sorriso, uma abraço... Que bobagem não é? Que bobagem! Mas que delícia de bobagem. Se sentir encantado é uma coisa tão gostosa, só não consegui entender se nós gostamos mesmo da pessoa ou das sensações que essa pessoa nos faz sentir? Sinceramente! Não sei... Só sei que gosto de me sentir instigada pelo mistério daquele olhar. 

Será que a vida é muito mais que isso? .... Encontros fortuitos que acontecem entre almas? E o instante daquele momento seria eterno... e bonito. Se eu fosse dona de um roteiro escreveria algo assim. Um fragmento. Se olharam porque se olharam. Sem romantismos, mas cheios de afeto.Tumblr_llboeqnxll1qirow8o1_500_large
E eu, telespectadora, concluiria em pensamentos... É que é de inconsistências, principalmente, que são moldados os nossos destinos. Aqui e ali. Por (im)permanências. É que tudo, mesmo quando é definitivo, não é mais que por enquanto.... Enquanto se vive.


*
Mais um texto que não gostei, mas ainda não acho justo deixar vocês sem ele.

** 

Me perdoem tanto tempo sem postar.

***

Estava com saudades daqui. 






Um belo dia os homens resolveram que seria legal uma torre que alcança-se o céu. Não o céu das nuvens, mas o mais alto dos céus, o céu dos céus, chegar até Deus (como se Ele estivesse longe assim). E Deus, zangado como ostuma estar no Antigo Testamento, instalou a confusão, cada homem passou a falar uma lingua diferente de forma que não mais se entendessem (com as mulheres não funcionaria, elas sempre arranjam um jeito pra botar o papo em dia).

70 Torre de Babel - Pieter Brüegel – 1563 – OSM – 114x115Parece que a confusão perdura até os dias de hoje. Se na Torre de Babel a barreira era o idioma agora são as ideologias, as “verdades” absolutas, auto-afirmações, egoísmo, intolerância e tantas outras coisas que levam os homens a tagarelarem sem jamais se entenderem. E nas pequenas ilhas de diálogo ainda existem as coisas são tão lindas e calmas que deveriam servir de escola para os construtores da Torre.


Malcolm McDowell, Laranja Mecânica.

Domingo, talvez, tenha sido um dos dias mais felizes da humanidade. Não é  pelo fato do Flamengo ter sido campeão antecipado do Carioca, e, muito menos, pelo fato do Vitória eliminar o Bahia nas semi-finais do baianão (algo que já é tão recorrente). Esse momento foi marcado, com um marcador tinteiro de cor verde-cana, pelo dia em que os EUA escolheu para por um fim na Al Qaeda (A Base) matando um dos seus líderes Usama Bin Laden (Osama). A mensagem dirigida aos povos de todo o mundo pelo, o então chefe de Estado da Casa Branca, Barack Obama, foi motivo de celebração, júbilo, pelo que se acredita ter posto uma estaca nessa organização terrorista. "Osama is death", "Osama está queimando no inferno", foram entre as várias mensagens que, ensandecidos de tamanho fulgor de felicidade, os estadunidenses festejaram nas megalópoles e nos principais centros norte-americano. Pessoas, via veículo de comunicação web, postaram milhares de frases complacentes com a felicidade estadunidense, mostrando que  juntos festejam pela promoção da paz mundial.

A primeira reação que tive quando assim cheguei em casa, pelo acaso da rotina de ao pisar os pés em meu lar ligar todos os aparelhos, foi ficar estupefato com aquela zuadinha (vinheta), que já anuncia: vem tragédia por aí... Em poucos instantes, surge a voz de Obama falando de uma operação (?) e sobre alguma coisa que não identifiquei, pois ainda não sou poliglota. Corri, fui até a frente da tv e fiquei assustado. Foi sinistro a cena do então presidente, mantendo uma postura sensata, dando uma declaração concisa que, sem dúvidas, iria mexer com o brio de milhões de pessoas no mundo todo. As palavras foram mais ou menos essas: "Acabo de informar-vos que na noite de domingo, dia 01 de maio de 2011, em uma operação organizada pelo Serviço de Inteligência Norte-Americana, Osama Bin Laden está morto". Aí eu falei comigo mesmo: fudeu! Esse "fudeu" para historiadores soa como um pão com manteiga e café, para quem é viciado nessa refeição.

A primeira situação a ser pensada seria a REPRESÁLIA... Eu nem cogito isso até porque é o mais óbvio em situações como essas... Aqueles que se sentem lesados, em quaisquer ocasiões, desejam ser ressarcidos por suas perdas. Não sendo pessimista, mas devemos esperar por ataques! Que me perdoe os historiadores, não estou sendo futurólogo (base de crítica de todos os estudios@s que lidam com a Clio!); estou sendo sensível a todos esses acontecimentos já que sou sujeito da conjunta experiência cotidiana presente. 

Tendo acompanhado todos os possíveis meios ao meu alcance, até o momento que não enche meu saco, tenho visto cientistas sociais, advogados (?), cientistas políticos, historiadores, geógrafos geopolíticos, literatos, jornalistas, ou seja, tod@s dando sua contribuição acerca do acontecido - traçando um paralelo sobre a história da Al Qaeda, o regime Talibã, a política guerrista de Bush e a postura de conservação dessa mesma política por Osama; a biografia de Osama - tentando fazer uma leitura psico-social do terrorrista (aquela coisa que se resume em outras palavras: como é que um homem rico resolve filiar-se a grupos extremistas no Oriente?), a biografia do pai (daqui a pouco vão especular que o Osama sofreu de bullying e que pelo fato de  ser o 17º filho não foi o mais "querido"); o comportamento do mundo (?) em relação ao fato, e os futurólogos fazendo uma leitura de que se (?) isso contribuirá para acirrada disputa mundial entre o mundo Islã (referido, e englobado por todos como Oriente) e o mundo ocidental-democrático. Me decepcionei com alguns posicionamentos (agora eu entendi o que é 5 anos no curso de História, você fica com mal costume em relação a tudo!). Vale ressaltar que uma cobertura interessantíssima, não estou querendo dizer imparcial, que pude curtir, foi a do Jornal da Cultura, TV Cultura/TVE às 21:15, que convidou um historiador (não me recordo o nome) e um advogado (que pelo que eu entendi é também deputado federal), onde inflamaram um debate bastante salutar sobre o acontecido. Já vou antecipando, para a frustração daqueles que adoram ouvir o posicionamento de historiadores sobre os caminhamentos da sociedade: pouco se ouvirá a manifestação de sequer um ser da História. São questões metodológicas, também discutíveis, mas não vem ao caso para não tornar ainda mais prolixo meu texto.

Falei sobre REPRESÁLIA, certo. O mais preocupante é o que se tornou o mais óbvio: o desrespeito às fronteiras, o "messianismo", o sentimento "renascido" de um "povo" dotado de um "sentimento" de serem os escolhidos para "trazer a paz" ao mundo em tormentas e tempestades constantes, etc. etc. etc. Os EUA mostrou, mais uma vez, que o mundo possui um senhor que dita as regras, que estabelece as regras, que impõe as regras, que se sente capaz de violar e acobertar as mesmas regras criadas por si mesmo, que age com forças especiais e controlam todas as atividades intraplanetárias, quiçá extraterrestre, que estabelece a justiça de sua maneira e com os recursos que melhor lhe convém. 

Há uma gama de posições contrárias, a favor, meio-termo, abstenções, sobre as estratégias e a conduta estadunidense nesse domingo de maio de 2011. Aí vai um recado: antes de uma boa ação existem enésimas variáveis de interesses, por trás, camuflados. 

Estou pronto para o debate.

Deixo para vocês as palavras de Eduardo Galeano sobre o século XXI, em entrevista ao programa Sangue Latino:

Dormindo nos viu. Helena sonhou que fazíamos fila, uma longa fila em um aeroporto, igual a qualquer outro aeroporto, e cada passageiro levava embaixo do braço o travesseiro onde tinha dormido na noite anterior. E os travesseiros iam passando, um depois do outro, por uma máquina que lia os sonhos nos travesseiros. Era uma máquina detectora de sonhos perigosos para a ordem pública. O século XX, que nasceu anunciando paz e justiça, morreu banhado em sangue e deixou um mundo muito mais injusto do que o que tinha encontrado. O século XXI, que também nasceu anunciando paz e justiça, está seguindo os passos do século anterior. Lá na minha infância, eu estava conhecido de que tudo que na Terra se perdia, ia parar na Lua. No entanto, os astronautas não encontraram na Lua sonhos perigosos, nem promessas traídas, nem esperanças estilhaçadas. Se não estão na Lua, onde estão? Será que na Terra não se perderam? Será que na Terra se esconderam? E estão esperando, esperando nós?



De lambuja, convido tod@s a lerem esse post publicado pelo camarada Paulo Moraes na Revista Transa (estudantes da Uefs)


Jorge Raimundo.
Maio de 2011.


Salve Salve Leitores do Cinco Bics!!!!!


Essa semana foi dura, bastante dura pra min, e percebi ,que , na maioria das vezes, escolhemos os caminhos errados da nossa vida, porém, estamos tão cegos, que não percebemos que estamos a beira de um abismo, a beira de um muro....

Os caminhos são essencias para nossa vida,pois eles que vão decidir se veremos flores ou espinhos, luas ou sóis,alegrias ou tristezas e enfim, o BEM ou o MAL.
As vezes , parecemos que encontramos alguns dos caminhos trilhados pelo criador, mas, na verdade, são atalhos, traiçoeiros, que te chamam e te convidam com um enorme sorriso para um abraço forte e apertado , para logo em seguida, apunhalar-te pelas costas com uma faca mortal, envolta do veneno da tristeza, da decepção e do desespero..
As vezes porém, aparecem seres capazes de nos ajudar a encontras os caminhos e abrir a nossa segunda mente, fazendo com que tenhamos uma percepção mais ampla.. Esses seres são os ANJOS, conhecidos aqui na terra como AMIGOS. São eles que vão nos levar aos verdadeiros caminhos, aqueles quase imperceptíveis e mais complicados de se encontrar: O caminho do AMOR e da PAZ


Quer comentar alguma experiencia que vc passou e fez com que vc mudasse a trilha dos seus caminhos? é só comentar esse textoo...