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Eu me deparo sempre com minha face autossuficiente, cheia de amor próprio, cheia de mim, cheia de certezas diante do espelho. Incongruência, não? Vivo berrando aos quatro ventos, que não preciso de alguém pra me fazer feliz, solteira convicta e feliz, eu não preciso! Ou será que sim? As vezes eu fico imaginando o quanto nossas metas e objetivos nos fazem acreditar que não precisamos de nada, além de correr atrás de alcança-los... Não Marina, você não precisa dormir, não precisa comer, não precisa descansar, você não precisa de AMOR! E sabe de uma coisa, a gente acaba acreditando, a gente acaba afastando, ou deixando de olhar pra pessoas especiais, Agora, que bobagem a minha, não é mesmo? Quem vive sem amor? (Se for o seu caso, entre em contato, preciso entender como). A gente ama e é amado o tempo inteiro, a gente ama pessoas, a gente ama sonhos, metas, objetivos, a gente ama coisas. O fato é que a gente acaba pondo no topo da nossa lista de amores, as conquistas profissionais, pessoais, financeiras...veja bem uma situação muito clara, você, jovem entre 22 e 26 anos, imagine que você conquistou uma vaga no mestrado dos sonhos fora do país ou uma proposta de emprego irrecusável, você abriria mão de alguma dessas oportunidades pra arriscar viver um relacionamento, ou não acabar um relacionamento muito antigo? Eu respondo por mim, e eu digo que não, não abriria mão de mim, é o melhor caminho? Não faço ideia! Mas eu sei que ultimamente eu estava afastando o amor de mim, de alguma maneira eu tive medo de amar e de ser amada e de depois ter que escolher a outra opção que não fosse o amor. E agora eu quero, eu preciso... Mas afastei quem estava disposto a me amar, mesmo que não fosse minha escolha quando eu precisasse escolher... O grande e real problema, é que a gente vai vivendo, as pessoas vão passando nas nossas vidas, e a gente vai tentando acertar no grande amor, vai tentando calçar o pé num sapato apertado e a cada nova tentativa é um calo novo, a espera angustiante de que chegue logo o sapato que lhe caiba e que não aperte seus calos que vieram com a caminhada... Por alguém que nos ame, de um jeito bobo, de um jeito torto, daqueles que conseguem tirar de você aquela cara de bobo, apaixonado, e quem está ao redor, identifica, você é um ser amado. Eu não sei o que eu quis dizer exatamente com esse texto, na realidade, eu nunca sei. Esse texto é mais um desabafo... no fim das contas, eu sei que ele não está disposto a me amar, mas de alguma maneira, eu o amo, e é estranho dizer isso, sentir isso, e aceitar... É estranho querer que um dia alguém tenha a sorte de ser amado por ele,  desse jeitinho  que eu consigo amá-lo e querer bem.


Salve Salve Galera do Cinco Bics..

É, chegou 2013... Ano bom!  Tudo começou um pouco nebuloso, as provas da UEFS queimando meu juízo em final de semestre mas ao mesmo tempo a Economia se mostrando cada vez mais fascinante.. Ano em que finalmente aprendi a jogar Poker e me divertir junto com as Najas.Ano em que voltei a nadar e voltarei a treinar Karatê, vestir o kimono é sempre importante, me dá um alívio de alma..

Minha vida anda de bem , me sinto aliviado, sinto que 2012 foi um ano onde eu cresci uns 10.Vejo o mundo com outros olhos, outras perspectivas, enxergo outros horizontes..

Que 2013 possa ser de utilidade também para vocês leitores... Cumprindo a risca, farei de tudo para não me afastar desse canto a qual tanto prezo....

Gesner Brehmer


Salve Salve Galera do Cinco Bics..

Quanto tempo não escrevo por aqui, muitas coisas se passaram nesse longo tempo de ausência, mas nunca esqueci esse cantinho criado para fins tão belos..
Nesse tempo muita coisa se passou, a faculdade de economia anda bem, apesar dos pesares, e a cada dia, a cada semestre, tenho mais certeza que essa é a profissão certa para mim.
Nesse tempo , tive muitas brigas com várias pessoas a quem gosto, mas é normal, brigas são sinais de carinho..
Tive também nesse tempo, um amor, uma mulher pela qual meu coração bateu mais forte, namoramos durante 4 meses, foi diferente de tudo o que eu tinha sentido, mas como eu mesmo já descobri,não tenho sorte no amor e esse "amor" terminou comigo com ela alegando que não estava sabendo administrar o fato de eu gostar mais dela do que ela de mim. Foi um golpe duro, chorei pra caramba, fugi de casa, e encontrei remédio na bebida. Uma semana longe de casa, bebendo feito um louco e chegando na casa de minha vó na madrugada completamente bêbado,trilouco, tropeçando das pernas e recebendo broncas no outro dia. Foi um momento de desespero, esqueci minha fé, minhas convicções, tudo, entrei em um abismo do qual foi complicado sai, mas sai.
2012 foi um ano diferente, mal pude escrever aqui, mas espero que 2013 se as circunstâncias deixarem, voltar a ativar isso aqui.. Um feliz ano novo para todos

Gesner Brehmer



  Tanto tempo que não escrevo, na verdade, há quanto tempo que não lido com letras que me dizem algo além de x²+y²+1=0. A faculdade? Vai muito mal obrigada, a vida amorosa, igualmente agradeço, é incrível que a vontade e inspiração de escrever só vem nessas horas onde você está na "merda", me desculpem a palavra, é que acho que esqueci como se usam palavras bonitas, as últimas eu gastei com quem não merecia, pra variar, é minhas queridas e queridos, antes que digam que só venho aqui para contar as fatalidades que acontecem na minha doce-amarga vida, fiquei muito feliz nessas ultimas semanas, fiz as pazes com uma das pessoas mais importantes na minha vida, uma amizade longa, e que teve um erro de percurso por causa de uma das besteiras que andei fazendo. Felicidade? Sim, demais, apesar de tudo, família distante, mas saudável, amigos distantes, mas de verdade, novos amigos por perto, amores? Ih! Essa é a parte complicada, sempre foi, não poderia mudar agora, e querem saber? Eu nasci para isso, quebrar a cara, sofrer e vir aqui escrever pra vocês, dizer o quanto doeu e milhões de etc, acho que eu sirvo de um exemplo a não se seguir. 
  Paro pra pensar em tudo, absolutamente, analiso se certo, ou errado, sem me arrepender, afinal, não se arrepende de algo que se quis fazer, ou que achou melhor, chego a mais uma conclusão, não me dou bem com pessoas dentro de relacionamentos ou lances (?) porque não gosto de ser de mentira, não gosto de viver mentiras, e é isso que eu acho dos relacionalances que vivo ou que vivi, são mentiras, mentiras contadas sobre amor, sobre sentimentos, falsa ternura, falso carinho, olhares que me pareciam tão verdadeiros, hoje são a mais afiada lâmina de mentira, que cortam e machucam cada momento pequeno, cada mínimo detalhe. Enquanto eu, entregava a minha mais pura verdade, sem recebê-la de volta.
  Se você é uma mulher absolutamente decidida e não dá muita importância, não funciona, se você é doce, gentil, carinhosa, e se entrega de corpo e alma, também não funciona, agora me digam, me expliquem o que se deve ser? Ou se deve ser alguma coisa, sempre fui contra esse jogos de sedução que ensinam das revistas adolescentes, e sim, eles não funcionam, como já era de se esperar, minha teoria de agir naturalmente está indo por água-abaixo, ou existe alguma técnica ou bruxaria especial ou meu natural é muito assustador, ou... eles não sabem lidar com essa minha segurança e intensidade, com meu carinho disfarçado, com minha proteção exagerada, e por vezes com minha maneira de me proteger das quedas que eles possam a vir me causar. Alguém me explica? Já estou cansada de tentar me entender, de tentar entender essas mentiras que me cercam eternamente, e que fazem questão de me magoar.
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  Acho que o verdadeiro problema é que tanto eu como você, não ama quem tem ao lado, não gosta de verdade, fingi, permanece por aparência e idealiza uma pessoa pra si, perfeita, amável, fiel, apaixonante, romântica,"outras cositas más" e de tanto querer esse alguém o enxerga no primeiro ou primeira que passa pela cama, e acha que vale a pena deixar aquele que permanece ao teu lado com todos os defeitos, mas com um carinho imenso, por aquela perfeição criada por você, e que em cima do personagem que o senhor(a) autor(a) fez o favor de criar, existem defeitos, defeitos, mais defeito e nem tanto carinho, afeto, ternura e tesão assim... Taí as pessoas confundem muito o desejo com qualquer tipo de sentimento, o problema é que o desejo passa se o sentimento não for forte o suficiente para mantê-lo de pé! Nossa, quantas vezes eu fiz isso, e sempre acabo quebrando minha cara.
Aí de repente, escrevo, escrevo, escrevo, várias coisas sem nexo algum, e me pego pensando em você, em você não, em nós, nas conversas, nos momentos, nas mentiras, em todas essas mentiras que passei com você, poxa! Eram mentiras, mas eram tão gostosas, porque não mentiu mais um pouquinho pra mim, eu podia me deixar enganar, só mais uma vez... Antes, não agora! Minha vontade de ser enganada foi embora junto com a cor loira e desbotada dos meus cabelos, que agora negros, funcionam como um escudo que me faz mais fria, mais dura, e me protege desse teu sorriso bonito e do teu olhar de menino, menino que não sabe o que fazer, menino sem rumo, sem caminho, sem juízo. 
  Quando eu volto a escrever novamente? Não sei! Torçam por mais uma decepção, ou por uma paixão avassaladora, como as de comédias românticas (romance muito meloso não, por favor!)

*Estava com saudades daqui
** Não gostei desse texto, mas acho justo compartilhar com vocês
*** Não acreditem, jamais em hipótese alguma naquele cara lindo, de barba na cara, com aparelho ortodôntico e com a cara de cafajeste mais linda do mundo.


Quanta coisa passou sem ser escrita. Alguém assume um compromisso e depois esquece e aquele mundo que começava desaparece. O grande risco dos pactos modernos é este: serem quebrados homeopaticamente. Vão sendo esquecidas as promessas, deixados de lado os compromissos e, de repente, ninguém lembra mais do pacto feito.

Os antigos nômades da mesopotâmia e do alto eixo fértil faziam da seguinte forma. As partes pactuantes imolavam (matavam) um animal, partiam-no ao meio e passavam entre as duas partes dele imprecando (rogando praga): acontece com aquele que descumprir este pacto o que vemos com este animal. E a coisa era levada a sério. Quebrar um pacto era causa para guerras entre famílias.
Fidelidade ao pacto feito era uma virtude ensinada no berço. Exortava-se a ser fiel a ponto de não ser necessário fazer promessas ou juras, a fidelidade à própria palavra bastava. E aí não se trata de fidelidade ao outro, é primeiramente fidelidade a si mesmo, à própria palavra, garantir a própria verdade, dar testemunho de si.
Infidelidade não passa de auto mutilação. A mentira, a desonestidade, a falsidade, só denigre a própria pessoa que não garante sua palavra. O infiel demonstra ao mundo o valor que faz de si mesmo. Pessoa em quem não se pode confiar.
Por fidelidade a minha palavra, apesar de tanto tempo de esquecimento, volto aqui. Sabe Deus quando voltarei novamente. Mas minhas longas ausências foram previstas no momento do pacto, de forma que não se configuram como rompimento. Importa que não se deixe de lado o que foi construído aqui.

Abraço a todos.